domingo, 27 de outubro de 2013

Prelúdio I

Não são só as teorias da psicanálise que explicam os sentimento a nós condenados a ter..Eu nunca falo, me prendi a mim mesmo desde muito tempo, há um rocha entre eu e o outro, trava. A coincidência de te-los, estes outros dentro de sigo, não facilita a saída, deseja a queda livre sem arramar a condições e pessimismos. EU tento te falar há muito tempo que eu não soube como conduzir meus passos, minhas desordens .. meu delírio. Acaba sendo tudo da mesma maneira o tempo inteiro, na muda tudo muda, é passagem subterrânea que não acaba, e você é minha luz, meu guia, que nunca está presente. Na escuridão ando por outros lados pra conter o caminho, na espera de você me levar pro restante. Sio do túnel sempre mais cedo do que o previsto, e nunca retomo o mesmo caminho, mas aguento forte o tranco, firmo meus passos ainda a procura do preenchimento deste vazio que sempre me escapa. E vai, e foi. Na foto não vejo muitas coisas mais, queria ver o maior daquilo que posso sentir, o mais imperial napoleônico jamais visto! mas me perco na decepção de ainda não conseguir chegar, e se chegarei, nesta fonte, desta água. Destas chamas. Queria que o Outro estivesse aqui, ou todos os Outros. Mas no entanto há só lodo e cinzas pelos cantos.

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