domingo, 10 de novembro de 2013
Pausa para o contorno do Óbvio
É o medo de estar louco que me afasta da vida, o rela medo que não deixa a gente nem ir pra frente em pra trás, alado aos olhos se distancia a cada passo guiado pelo coração, abrindo caminhos de abismos sem freios.. assim é o movimento, meu pré-movimento pra aquilo que irá se tornar abundante e líquido.. mover-se às beiras escuras do sentimento que vai se perdendo sem rastros.. nenhum rastro.. como isso pode acontecer? Como o tédio e a desconfiança beira a loucura.. Medo da Vida, medo do movimento eminente dos ventos, aos céus, e usar de heróis de Outros pra falar de si, de ganhar sempre.. e a verdade não pode ser dita, não se não for pra fincar os temores a face de cada vida, e desacreditar na volta, aos entornos.. Só o Nada me surpreende, ou sou eu que busco significado pra Nada? Ou pra qualquer outro.. O horror de descobrir a ilusão que se pode viver, e mesmo pro pessimista, o urro uivado ainda sacia pouco o meu limite, até ali nas torres que nunca chego. De lá pra lá não sei se me ouviram, se ouviram aí sim meu grito rouco será válido e eu poderei seguir pra além do portão, mudando-me de quarto, levar minha malas pra minha origem.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário